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DICAS GERAIS – ÁFRICA DO SUL


A África do Sul está localizada no extremo sul do continente africano, com uma região costeira que se estende por mais de 2500 km, sendo também banhada por dois oceanos (Atlântico e Índico). Com uma extensão territorial de 1 219 912 km². O país é o 25.º maior do mundo em área.

África do Sul é o maior produtor e consumidor de energia no continente africano. A África do Sul é um destino turístico popular, e uma quantidade substancial de receita vem do turismo. Entre as principais atrações são a cultura variada e pitoresca, a reservas de caça e os vinhos locais.

 
 
 
 


A culinária sul-africana é fortemente baseada em carne e gerou a reunião social tipicamente sul-africana chamada braai. A África do Sul também se tornou um grande produtor de vinho, possuindo algumas das melhores vinhas do mundo nos vales em torno de Stellenbosch, Franschoek e Paarl.

País mais desenvolvido do continente africano, a África do Sul oferece ao turista uma série de opções, especialmente nas áreas de meio ambiente e cultura. O ecoturismo, setor em expansão no mundo todo, encontra no território cenários ideais para safáris, caminhadas entre trilhas e visitas a parques nacionais e reservas. O país conta ainda com uma série de museus, teatros e festivais de música.

Seguindo o preceito de que a língua é um dos direitos básicos dos indivíduos, a Constituição de 1993 da África do Sul instituiu 11 línguas oficiais no país. São elas: Afrikaans, Inglês, isiNdebele, Sesotho sa Leboa (Sotho do Norte), Sesotho (Sotho do Sul), siSwati, Xitsonga, Setswana, Tshivenda, isXhosa e isiZulu. No entanto, o inglês está em toda a parte. Assim, os turistas dificilmente terão problemas para se comunicar.

Ademais, o país enfrenta enormes complicações para combater a criminalidade, que, em Johannesburgo, chega a ser maior do que no Brasil, e para lutar contra a Aids. Para os sul-africanos, boa parte das mazelas poderá ser superada com a realização da Copa do Mundo de 2010, na qual depositam a expectativa de que, além de conquistar o título, conseguirão aquecer a economia e colocar o país como um dos principais destinos turísticos do mundo. Capital – Cidade do Cabo (Legislativa), Pretória (Executiva), Bloemfontein (Judiciária)

Moeda – Rand

Idioma Oficial – Africâner, inglês, sepédi, sessoto, setsuana (oficiais, entre outros).

Fuso Horário – Meridiano de Greenwich + 2 horas

Vistos consulares – Os brasileiros não precisam de visto para entrar na África do Sul. Documentos –

Passaporte original com validade mínima de 06 meses.

Certificado Internacional de Vacinação contra a febre amarela.

É solicitada uma página inteira em branco no passaporte, já que o selo de entrada no país ocupa a página inteira. Clima / Melhor Época –

A África do Sul é um país que pode ser visitado em qualquer época do ano; depende de seu gosto. Alguns preferem um clima mais fresco, outros gostam de calor. As estações do ano correspondem às brasileiras.

Na Cidade do Cabo chove um pouco mais no inverno; em Johannesburgo, em Durban e no centro do país chove mais no verão. Em qualquer caso, as chuvas nunca são excessivas.

Na maior parte do país, o inverno não é muito rigoroso. No interior e nas regiões semidesérticas do Karoo, a amplitude térmica é bem maior do que na costa, e as noites tendem a ser mais frias.

No verão, durante o dia, as regiões semidesérticas são bem quentes. No litoral, o calor nunca chega a ser exagerado.

História –

Os seres humanos modernos habitam a África Austral há mais de 100.000 anos. Na época do contato com os Europeus, os povos indígenas dominantes eram tribos que migraram de outras partes da África há cerca de mil anos antes da colonização européia. Entre os séculos IV e V, tribos falantes do Bantu vieram para o sul, onde deslocaram, conquistaram e assimilaram os povos originários da África Austral. Na época da colonização européia, os dois maiores grupos eram os povos Zulu eXhosa.

Em 1652, um século e meio após a descoberta da Rota Marítima do Cabo, a Companhia Holandesa das Índias Orientais fundou uma estação de abastecimento que mais tarde viria ser a Cidade do Cabo.[10] A Cidade do Cabo tornou-se uma colônia britânica em 1806. A colonização européia expandiu-se na década de 1820 com os Bôeres (colonos de origem Holandesa,Flamenga, Francesa e Alemã) enquanto os colonos Britânicos se assentaram no norte e no leste do país. Nesse período, conflitos surgiram entre os grupos Xhosa, Zulu eAfrikaners que competiam por território.

Mais tarde, a descoberta de minas de diamante e de ouro desencadeou um conflito do século XIX conhecido como Segunda Guerra dos Bôeres, quando os Bôeres e os Britânicos lutaram pelo controle da riqueza mineral do país. Mesmo vencendo os Bôeres, os Britânicos deram independência limitada à África do Sul em 1910, como um domínio britânico. Durante os anos de colonização Holandesa e Britânica, asegregação racial era essencialmente informal, apesar de algumas leis terem sido promulgadas para controlar o estabelecimento e a livre circulação de pessoas nativas.

Nas repúblicas Bôeres, já a partir do Tratado de Pretória, os subseqüentes governos sul-africanos tornaram o sistema de segregação racial legalmente institucionalizado, o que mais tarde ficou conhecido como apartheid. O governo então estabeleceu três categorias de estratificação racial: brancos, colorados e negros, com direitos e restrições específicos para cada categoria.

A África do Sul abandonou a Commonwealth em 1961, na seqüência de um referendo (onde, obviamente, só pôde participar a comunidade branca) que ditou a proclamação da república. Apesar da oposição dentro e fora do país, o governo manteve o regime da apartheid. No início do século XX alguns países e instituições ocidentais começaram a boicotar os negócios com o país por causa das suas políticas de opressão racial e de direitos civis. Após anos de protestos internos, ativismo e revolta de sul-africanos negros e de seus aliados, finalmente, em 1990, o governo sul-africano iniciou negociações que levaram ao desmantelamento das leis de discriminação e às eleições democráticas de 1994. O país então aderiu à Comunidade das Nações.

Em 1983, é adotada uma nova constituição que garante uma política de direitos limitados às minorias asiáticas, mas continua a excluir os negros do exercício dos direitos políticos e civis. A maioria negra, portanto, não tinha direito de voto nem representação parlamentar. O partido branco dominante, durante a era do apartheid, é o Partido Nacional, enquanto a principal organização política negra era o Congresso Nacional Africano (ANC), que durante quase 50 anos foi considerado ilegal.

Mais tarde, em 1990, sob a liderança do presidente F. W. de Klerk, o governo sul-africano começa a desmantelar o sistema do apartheid, libertando Nelson Mandela, líder do ANC, e aceitando legalizar esta organização, bem como outras antiapartheid.

Os passos seguintes no sentido da união nacional são dados em 1991. A abertura das negociações entre os representantes de todas as comunidades, com o objetivo de elaborar uma Constituição democrática, marca o fim de uma época perturbada na África do Sul que iniciou-se em 1948 e teve seu fim em 1990, 42 anos, época está chamada de Apartheid, que numa tradução para o português seria 'segregação racial'

No dia 10 de abril de 1993, um dos principais líderes do movimento negro da África do Sul, Chris Hani, tombou vítima de dois tiros, diante da própria residência. O que seus assassinos não previram é que essa morte acabaria por acelerar o fim da apartheid.

Em 1993, o governo e a oposição negra acordam nos mecanismos que garantam a transição para um sistema político não discriminatório. É criado um comitê executivo intermediário, com maioria negra, para supervisionar as primeiras eleições multipartidárias e multirraciais, e é criado, também, um organismo que fica encarregado de elaborar uma Constituição que garanta o fim da Apartheid.

Em Abril de 1994 fazem-se eleições multirraciais para o novo Parlamento. O ANC ganha as eleições e Nelson Mandela, formando um Governo de unidade nacional, torna-se o primeiro presidente sul-africano negro. Em 2004, ano em que Thabo Mbeki completou cinco anos como sucessor de Nelson Mandela, o presidente da república da África do Sul prometeu acabar com toda a violência de caráter político que ainda possa existir no país. Mbeki demitiu-se do cargo em 20 de Setembro de 2008 após pressões do seu próprio partido sob acusação de interferência no poder judicial. Dois dias depois o ANC apontou Kgalema Motlanthe para chefe-de-estado.

Em Abril de 2010 foi assassinado o líder de extrema-direita Eugène Ney Terre'Blanche, que defendia a supremacia branca no país. O acontecimento marca o aumento da violência e da tensão racial no país. Terreblanche foi encontrado morto na sua casa, no nordeste do país, com ferimentos na cabeça. O assassinato foi atribuído a dois dos seus empregados.


 
     
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20/10/2017 às 14h 42 min
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