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Dicas
   
 
 

DICAS GERAIS – CANADÁ


O Canadá é um país que ocupa grande parte da América do Norte e se estende desde o Oceano Atlântico, a leste, até o Oceano Pacífico, a oeste. Ao norte o país é limitado pelo Oceano Ártico. É o segundo maior país do mundo em área total, atrás apenas da Rússia, e a sua fronteira comum com os Estados Unidos, no sul e no noroeste, é a mais longa fronteira terrestre do mundo.

O Canadá é um país de regiões esparsamente habitadas, pradarias, florestas, montanhas nevadas, meio ambiente bem preservado e excelente qualidade de vida nos meios urbanos.

A maior parte de sua população concentra-se nas cidades de clima mais ameno, próximas da fronteira americana, ao sul, na região da costa atlântica e no vale do São Lourenço, no qual ficam Quebec, Montreal, Toronto e Ottawa.

No verão, as cidades canadenses sofrem uma mudança radical, quando parecem tornar-se mais alegres e animadas. No inverno, devido ao clima rigoroso, os canadenses vivem enfurnados num mundo artificial e fechado mas, ao mesmo tempo, confortável e sofisticado.

 
 
 
 



Do ponto de vista turístico, o Canadá pode ser uma alternativa mais prática e econômica do que os EUA para aqueles que curtem parques nacionais, vida selvagem e grandes cidades modernas: o visto canadense é mais fácil de ser obtido e a vida é mais barata. Além de oferecer um estilo de vida bem parecido com o americano, o Canadá lhe oferece ainda um delicioso toque europeu em suas províncias francófonas.

Vancouver No lado do Pacífico, existe apenas uma metrópole realmente importante: Vancouver, talvez a mais inglesa das cidades canadenses.

Montreal - Montreal cidade bilíngüe, de ar europeu, tem construções do século XVIII – época da colonização – ao lado de modernos edifícios de arrojada arquitetura. Seu nome deriva da colina central, chamada Mont Royal, onde fica o parque de mesmo nome.

Toronto Às margens do lago Ontario, Toronto é a porta de entrada de quem chega do Brasil e a maior, mais moderna e rica cidade canadense, uma espécie de Nova York com uma pitada british e intensa vida cultural e gastronômica. A CN Tower, a mais alta torre do mundo, é perfeita para aproveitar a vista da cidade e do lago. Toronto tem muitas vias subterrâneas e galerias cobertas.

Niagara Falls Na região dos Grandes Lagos, as cataratas do Niagara perto da cidade de Bufallo, na fronteira com os Estados Unidos, merecem ser vistas: são toneladas de água que caem com enorme impacto, formando uma neblina de gotículas. As gigantescas quedas d’água podem ser vistas de barco ou do alto, de helicóptero.

Norte do Canadá A região norte do país é pouco habitada e fria durante quase todo o ano, só podendo ser visitada de maio a outubro. Suas paisagens são as mais espetaculares da América do Norte, com montanhas nevadas, lagos de águas esverdeadas, rios de fundo de vale, cachoeiras e enorme quantidade de animais selvagens. Uma estrada belíssima para percorrer de carro é a Icefields Parkway, com quase 300 km, que corta os parques de Jasper e Banff, nas Montanhas Rochosas. Podem ser feitos passeios a geleiras, lagos e fontes termais.

Parques nacionais O Canadá possui outros interessantes parques nacionais. Entre eles estão o Parque Nacional Histórico de Anse aux Meadows, na Terra Nova, com restos de casas vikings do século XI (a primeira presença comprovada do homem europeu nas Américas); o Parque Provincial dos Dinossauros, na província de Alberta, com importantes vestígios fósseis de 75 milhões de anos, situado num quadro natural espetacular; o Wood Buffalo, com manadas de bisontes em liberdade; o Parque Nacional Nahanni, com canyons profundos e grande quantidade de vida selvagem; e outros, no noroeste do país, nas montanhas Mackenzie. Capital – Ottawa

Moeda – Dólar Canadense

Idioma Oficial – Inglês e Francês

Fuso Horário – Meridiano de Greenwich -3,5 a -8

Vistos consulares – Brasileiros necessitam de visto de entrada. Atualmente, os pedidos de vistos de turismo/negócios/trânsito estão demorando em média 20 dias para processamento. Vistos de Estudos demoram em média 30 dias para processamento. Documentos –

DOCUMENTAÇÃO BÁSICA PARA SOLICITAÇÃO DE TODOS OS TIPOS DE VISTOS:

» Passaporte com validade mínima de 6 meses.

» Passaporte anterior original(se possuir).

» 2 fotos 3x5 cm recentes e iguais ( fotos de outros tamanhos não são mais aceitas pelo Consulado Canadense).

» Cópia da Carteira de Identidade ( RG) ou certidão de nascimento

» Cópia do Imposto de Renda completo com Recibo de entrega, pessoa física, ref. último exercício.

» Cópia dos 3 últimos holerites + carteira profissional/págs com os dados pessoais e o contrato + Carta do empregador definindo período de férias/ Aviso de férias. (p/empregado).

» Cópia dos 3 últimos pró-labores + última alteração contratual e cartão CNPJ(p/empregador).

» Cópia dos 3 últimos extratos bancários (Conta corrente/poupança/investimentos...)

» Se possuir algum parente ou amigo no Canadá: Obtenha uma carta remetida diretamente a você por seus anfitriões no Canadá. Essa carta deverá ser um convite para você visitar o Canadá e deverá estar acompanhada de um documento justificativo da situação de seu anfitrião – uma prova de sua cidadania canadense (por exemplo: certidão de nascimento no Canadá ou cartão de cidadania canadense) ou uma cópia de seu cartão de residente permanente ou visto de residente temporário. Confirme se essa comprovação de situação é legível.

» Estudantes deverão apresentar declaração escolar atualizada.

Menor, viajando desacompanhado dos pais ou em companhia de apenas 01 progenitor, deverá apresentar autorização de viagem desacompanhado assinado por ambos os pais; ou, quando for o caso, pelo progenitor que não realizará a viagem.VISTO A TURISMO:

» Documentação Básica.

» Formulário APPLICATION FOR A TEMPORARY RESIDENT VISA (IMM5257), totalmente preenchido e assinado (cópias frente/verso).

» Formulário Adicional, totalmente preenchido e assinado. Clima / Melhor Época – No sul do Canadá, a partir de maio até o final de setembro, as temperaturas são amenas. Na região norte do país, o verão é a melhor época, com dias longos e temperaturas bem agradáveis.

No inverno as temperaturas estão abaixo de zero, às vezes muito abaixo (-20 °C ou -30 °C!).

A costa do Pacífico, no Canadá, tem temperaturas mais amenas. A costa atlântica e o interior do Canadá têm as temperaturas mais rigorosas. Nas províncias de Ontário e de Quebec, a neve cobre as grandes cidades, deixando as ruas praticamente desertas, pois o frio é insuportável.

História –

Acredita-se que os aborígenes tenham chegado da Ásia há 30 000 anos por uma faixa de terra entre a Sibéria e o Alasca. Alguns ficaram no Canadá, enquanto outros continuaram sua marcha em direção ao sul. Quando os exploradores europeus chegaram, o Canadá era povoado por uma série de povos aborígenes que, dependendo do meio ambiente, viviam de maneira nômade ou se assentavam e construíam um estilo de vida e se dedicavam à caça, pesca ou ao cultivo da terra.

O primeiro contato entre os nativos e europeus provavelmente ocorreu há cerca de 1000 anos, quando os Vikings da Islândia fixaram-se por pouco tempo na Ilha de Terra Nova. Mas só depois de outros 600 anos a exploração européia efetivamente se iniciou.

Na procura de um novo caminho para os ricos mercados do oriente, os exploradores franceses e ingleses navegavam pelas águas da América do Norte. Construíram vários postos - os franceses ficavam, na sua maioria, às margens do Rio São Lourenço, Grandes Lagos e Rio Mississipi. Os ingleses, por sua vez, ficavam em torno da Baía de Hudson e na costa atlântica. Embora exploradores como Cabot, Cartier e Champlain jamais tenham encontrado o caminho para a China e para a Índia, encontraram algo tão valioso quanto o que procuravam: ricas águas piscosas e abundantes populações de castores, raposas e ursos, todos valiosos por sua pele.

A colonização permanente dos franceses e ingleses começou no limiar dos anos 1600 e cresceu durante todo o século. Junto com os povoados veio a atividade econômica, mas as colônias de Nova França e Nova Inglaterra permaneciam economicamente dependentes do comércio de peles e política e militarmente dependentes de suas metrópoles.

Inevitavelmente, a América do Norte tornou-se o foco de amargas rivalidades entre a Inglaterra e a França. Após a queda da Cidade de Quebeque, em 1759, o Tratado de Paris concedeu à Inglaterra todo o território francês a leste do Mississipi, com exceção das ilhas de St.Pierre e Miquelon, próximas à Ilha de Terra Nova. Sob o governo inglês, os 65 000 habitantes de língua francesa do Canadá tinham um único objetivo: guardar suas tradições, língua e cultura. Em 1774, a Grã-Bretanha aprovou o Ato de Quebeque, que reconhecia oficialmente os direitos civis franceses e garantia liberdade religiosa e lingüística.

Um grande número de colonos de língua inglesa, chamados Legalistas porque queriam se manter fiéis à Coroa Britânica, procurou refúgio no Canadá, depois que os Estados Unidos da América tornaram-se independentes, em 1776. Estabeleceram-se principalmente nas colônias de Nova Escócia e Novo Brunswick e às margens dos Grandes Lagos.

O aumento da população levou à criação, em 1791, do Alto e Baixo Canadá, hoje Ontário e Quebeque, respectivamente. Ambos foram autorizados a ter suas próprias instituições governamentais representativas. As rebeliões no Alto e Baixo Canadá, em 1837 e 1838, levaram os ingleses a reunir as duas colônias, formando assim a Província do Canadá. Em 1848, a colônia unida foi autorizada a ter um governo autônomo, exceto no que se referia às questões de relações exteriores. O Canadá ganhava maior autonomia, mas continuava sendo parte do Império Britânico.

As colônias britânicas norte-americanas, Canadá, Nova Escócia, Novo Brunswick, Ilha do Príncipe Eduardo e Terra Nova, cresceram e prosperaram independentemente. Mas, com a ascensão dos Estados Unidos, agora mais poderosos com o fim da Guerra Civil, alguns políticos acharam que a união das colônias inglesas era o único modo de afastar eventuais possibilidades de anexação. Em 1º de julho de 1867, o Canadá Leste e o Canadá Oeste, a Nova Escócia e a Novo Brunswick uniram-se sob os termos do Ato da América do Norte Britânica e tornaram-se o Domínio do Canadá.

O governo do novo país baseava-se no sistema parlamentarista britânico, com um governador geral (representante da Coroa) e um Parlamento que consistia da Câmara dos Comuns e do Senado. O Parlamento recebia o poder de legislar sobre assuntos de interesse nacional (impostos e defesa nacional, por exemplo), enquanto que às províncias eram outorgados poderes sobre assuntos de interesse local (propriedade, direitos civis, educação).

Logo após a Confederação, o Canadá começou a se expandir para o noroeste. A Terra de Rupert, uma área que se estendia pelo sul e oeste, por centenas de quilômetros a partir da Baía de Hudson, foi comprada pelo Canadá da Companhia da Baía de Hudson, que havia ganhado o vasto território do Rei Carlos da Inglaterra, em 1670.

A expansão para o oeste não se deu sem dificuldades. Em 1869, Louis Riel liderou uma insurreição dos Métis na tentativa de defender seus direitos ancestrais pela terra. Chegou-se a um consenso em 1870 e uma nova província, Manitoba, foi delineada a partir da Terra de Rupert.

A Colúmbia Britânica, colônia da Coroa desde 1858, decidiu juntar-se ao Domínio em 1871, com a promessa de uma ferrovia que a ligasse com o resto do país. Em 1873, foi a vez da Ilha do Príncipe Eduardo. Em 1898, o território de Yukon, ao norte, foi oficialmente estabelecido a fim de assegurar a jurisdição canadense sobre a área durante a corrida do ouro de Klondike. Em 1905, duas novas províncias se formaram a partir da Terra de Rupert: Alberta e Saskatchewan. O que sobrou tornou-se os Territórios do Noroeste. Terra Nova preferiu continuar como colônia inglesa até 1949, quando tornou-se a décima província do Canadá.

A criação de novas províncias coincidiu com um aumento na imigração do Canadá, em especial para o oeste e atingiu o seu pico em 1913, com 400 000 pessoas vindo para o Canadá. Durante o período pré-guerra, o Canadá lucrou com a próspera economia mundial e se estabeleceu como uma potência industrial e agrícola.

A contribuição substancial do Canadá durante a Primeira Guerra Mundial fez com que recebesse uma representação distinta da Grã-Bretanha na Liga das Nações, após a guerra. A sua voz independente tornou-se cada vez mais articulada e, em 1931, a autonomia constitucional do Canadá foi confirmada com a aprovação do Estatuto de Westminster.

No Canadá, como em qualquer outro lugar, as conseqüências da Grande Depressão de 1929 trouxeram tempos difíceis. Um em cada quatro trabalhadores estava desempregado e as províncias de Alberta, Saskatchewan e Manitoba estavam arrasadas pela seca. Ironicamente, foi a necessidade de servir às Forças Aliadas, durante a Segunda Guerra, que fez o Canadá sair da Depressão. O país emergiu da guerra como a quarta maior potência industrial.

Desde a Segunda Guerra, a economia do Canadá tem se expandido. Este crescimento, combinado a programas sociais do governo, tais como ajuda de custo às famílias, aposentadoria, assistência e seguro- desemprego, tem dado aos canadenses um alto padrão de vida e uma qualidade de vida invejável.

Mudanças visíveis têm ocorrido nas correntes de imigração do país. Antes da Segunda Guerra, a maioria dos imigrantes vinha das Ilhas Britânicas ou do leste europeu. Desde 1945, um número crescente de pessoas do sul da Europa, da Ásia, da América do Sul e também das ilhas do Caribe tem enriquecido o mosaico multicultural do Canadá.

No cenário internacional, a reputação e a influência do Canadá acompanharam o seu desenvolvimento e maturidade. O Canadá tem participado das Nações Unidas desde a sua criação e é a única nação a participar das mais importantes operações da ONU em prol da paz mundial. É também membro da Comunidade Britânica, da la Francophonie, do Grupo dos Sete países industrializados, da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte) e da Defesa Aeroespacial da América do Norte (NORAD).

O último quarto de século assiste ao país se debatendo novamente com questões sobre a sua identidade nacional. O descontentamento entre muitos quebequenses de língua francesa levou a província, em 1980, a um plebiscito. A questão era se Quebeque deveria ou não tornar-se mais politicamente autônoma em relação ao Canadá. A maioria decidiu manter a atual situação da província.

Em 1982, o processo sobre a reforma constitucional culminou na aprovação do Ato Constitucional. Segundo o Ato, o Ato da América do Norte Britânica, de 1867, e suas várias emendas tornaram-se os Atos Constitucionais 1867-1975. A Constituição, a sua Carta de Direitos e Liberdades e a sua fórmula geral de emendas estão redefinindo as funções e poderes dos governos federal e das províncias e estabelecem os direitos individuais e os dos grupos étnicos.

Dois grandes esforços foram feitos no sentido de se reformar o sistema constitucional: o Acordo do Lago Meech, de 1987, que não foi implementado por não obter anuência legislativa de todas as províncias e o Acordo de Charlottetown, de 1991. Este teria reformado o Senado e feito grandes mudanças na Constituição. Foi decisivamente rejeitado pelos canadenses em um plebiscito nacional em 26 de outubro de 1992.

Por ter sido colonizado por dois povos rivais, enriquecido por várias culturas, línguas e religiões e marcado por uma geografia altamente diversificada, o Canadá não poderia deixar de ser uma terra de concessões. "Unidade na diversidade" poderia ser o seu lema. O espírito de modernização e tolerância caracterizam a federação canadense e asseguram a sua sobrevivência.


 
     
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20/10/2017 às 14h 42 min
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