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DICAS GERAIS – HUNGRIA


A Hungria, ou oficialmente República da Hungria, (chamada Magyarország, em húngaro), é um país da Europa Central, sem saída para o mar e localizado na planície da Panônia. Limita-se com a Áustria, Eslováquia, Romênia, Ucrânia, Sérvia, Croácia e Eslovênia. Budapeste é a sua capital e a maior cidade do país com população estimada em 1.8 milhões de habitantes. A Hungria é membro da Uniao Européia (UE), OCDE, OTAN e do Grupo de Visegrád, e é também um Estado Schengen. O húngaro é a sua língua oficial, originada da família lingüística fino-úgrica.

Um dos maiores países da Europa Central, a Hungria possui um território com 93 000 km². Suas dimensões são de 250 quilômetros de norte à sul e 524 quilômetros de leste à oeste, com 2 258 quilômetros de divisas com os 7 países (Sérvia, Croácia, Eslovênia, Ucrânia, Romênia, Eslováquia e Áustria) que o cerca.

A Hungria é hoje o mais ocidentalizado dos antigos países da Cortina de Ferro e um destino turístico em ascensão. Sua capital, Budapeste, é uma belíssima cidade que, com a abertura após o final do comunismo, parece estar entrando com toda força no mundo capitalista: as multinacionais estão em toda parte e certos húngaros parecem mais americanizados do que os próprios norte-americanos...

A infra-estrutura turística do país é muito melhor do que a de outras ex-repúblicas comunistas e é mais fácil encontrar por lá pessoas que falem inglês.

A Hungria tem três importantes atrações turísticas. Em primeiro lugar, Budapeste, a capital do país, situada na Curva do Danúbio, uma das mais belas capitais do Leste Europeu, uma cidade onde há muito a se ver ou fazer, animada e com lindos parques.

 
 
 
 


Outra atração turística é o lago Ballaton, o maior da Europa Central, com líndas paisagens. Finalmente, o interior da Hungria é repleto de pequenas cidades que conservam sua antiga arquitetura e muito dos costumes tradicionais magiares. É o caso de Gyor com seu centro barroco, de Fertod onde existe um palácio também barroco, da segunda metade do século XVIII, de Koszeg, perto da fronteira austríaca, Sopron e sua Cidade Antiga, de Siklos, one existe um castelo medieval do século XIII, Eger, de Hollóko, incluída no Patrimônio da Humanidade da Unesco, e outros lugares. Alugar um carro e viajar pelo país é uma ótima experiência. Isso, sem falar da culinária húngara, que é bem especial e de seus vinhos e cervejas, muito bons.

A culinária húngara tem uma posição de destaque na cultura da Hungria, com tradicionais pratos como o goulash, difundido por todo o mundo e uma das bases da cozinha húngara. A batata é usada em diversos pratos, e as sopas e os guisados são componentes da culinária dos húngaros.

Os pratos são geralmente temperados com páprica (pimentão), cebola e pimenta preta. Os guisados são, comumente, encontrados com elementos tradicionais como carne de porco e de gado, como usado no pörkölt. Há ainda, diversas sobremesas tais como o smlói galuska que é um doce coberto de creme de laranja ou rum. Na culinária húngara há pratos que são feitas com frutas, sendo elas umas das especialidades da cozinha húngara.

Pode-se encontrar ainda, uma influência de outros povos na culinária, como elementos da cozinha turca e a presença de doces e bolos, fruto da influência alemã. Mas durante a existência da Áustria-Hungria, alguns pratos, como o goulash, foram passados aos austríacos e tchecos. Capital – Budapeste.

Moeda – Florim Húngaro.

Idioma Oficial – Húngaro.

Fuso Horário – Meridiano de Greenwich + 1 hora

Vistos consulares – Brasileiros estão isentos de visto à turismo/negócios para permanência de até 90 dias. Documentos –

Para entrar no país o passaporte deverá estar com validade mínima de seis meses Clima / Melhor Época –

O clima na Hungria é temperado continental, com um frio e úmido inverno e um verão quente. A temperatura média anual é de 9,7°C(com extremos de 42 °C e -29 °C). A média pluviométrica é de 600 mm por ano. As chuvas são irregulares, caindo mais à oeste do Danúbio do que ao leste. Uma pequena vila, próxima de Pécs, tem um clima diferente do resto do país, semelhante ao clima mediterrâneo, o que é um atrativo da região.

A época ideal é do começo de maio até o final de setembro. Evite o inverno. História –

O império romano chamava a terra a oeste do Danúbio de Panônia, na qual fundaram uma província com este nome. Ao século IV, os hunos iniciaram a migração que passariam pelos territórios húngaros, criando o grande império dos Hunos, que acabaria em 455. Após a queda do Império Romano em 476, iniciaram-se ondas migratórias de germanos, eslavos, avaros, francos, búlgaros e, finalmente, magiares, estes no final do século IX.

Segundo a tradição, os magiares atravessaram os Cárpatos e adentraram na planície Panônia em 895, sob a liderança de Árpád, o líder dos magiares que queria a aproximação com a Europa Cristã. Em 1000, o Rei Santo Estêvão I, filho de Géza da dinastia dos Árpads, estabeleceu o Reino da Hungria, ao ser coroado pelo Papa Silvestre II e fundou o reino em 1006, com o aniquilamento dos oponentes pagãos. Entre 1241 e 1242, uma invasão mongol arrasou a Hungria, com grandes perdas em vidas e propriedades. Quando os mongóis partiram da Hungria, o rei Béla IV, ordenou a construção de castelos de pedra, que seriam importantes na batalha contra os otomanos, no século XIV.

Ao poucos, o Reino da Hungria conseguiu livrar-se das intervenções polacas, boêmias e papais, consolidando a sua independência. Matias Corvino, que reinou entre 1458 e 1490, fortaleceu o país, expulsou os otomanos e fez da Hungria um centro cultural europeu durante o Renascimento.

A independência da Hungria chegou ao fim em 1526, após a queda de Nándorfehérvár (Belgrado) e a derrota para os otomanos na batalha de Mohács. O Reino foi então dividido em três partes: o terço meridional ficou sob o controle otomano e o ocidental, sob o controle austríaco. A porção oriental continuou nominalmente independente, com o nome de Principado da Transilvânia e sob a dinastia dos Habsburgos, que retomariam a totalidade da Hungria das mãos dos otomanos 150 anos depois, no final do século XVII.

Com o recuo dos turcos, começou o combate da nobreza húngara por autonomia no seio do Império Austríaco. A Revolução de 1848 e a posterior guerra civil acabaram com a servidão e garantiram direitos civis, mas a revolução foi rigorosamente contida pelos austríacos em 1849. Em 1867, porém, após duras batalhas internas e externas, a Áustria foi obrigada a fazer reformas internas, e para impedir a independência húngara, fez um acordo na qual reconhecia o estado autônomo da Hungria, surgindo então a chamada Monarquia Dual, ou Austro-Húngara.

O governo húngaro, que era autônomo, mas seguia às mesmas regras que a Áustria, iniciou um processo de magiarização das populações de outras etnias, o que causou o nacionalismo sérvio, eslovaco e romeno dentro do reino. A magiarização seguiu até o fim da Primeira Guerra Mundial, quando todo o Império Austro-Húngaro ruiu.

A Hungria tornou-se uma república independente, em novembro de 1918. Após uma experiência comunista sob Béla Kun, que proclamou uma república soviética húngara, e uma invasão por tropas romenas, forças militares de direita comandadas pelo Almirante Miklós Horthy, adentraram Budapeste e estabeleceram um novo governo. Em 1920 uma assembléia unicameral foi eleita, expressivamente de direita, Horthy foi indicado Regente e a Hungria voltou a ser uma monarquia, embora sem rei designado.

O Tratado de Trianon, comemorado em junho de 1920, estabeleceu as fronteiras da Hungria no pós-guerra. O país perdia então 71% de seu território, 66% de sua população, grande parte das suas reservas de matéria prima e seu único porto marítimo (Fiume, hoje Rijeka, na Croácia) para os países vizinhos. O inconformismo com a perda de territórios e população foi a tônica do processo político húngaro do entre-guerras e perdura, de certa maneira, até hoje.

Ilustração que mostra Sándor Petõfi, recitando o Nemzeti Dal, a canção que inspirou a Revolução de 1848, em busca da autonomia húngara, no império austríaco.

Após um período turbulento politicamente na década de 20, com István Bethlen, a Hungria se uniu aos nazistas alemães a partir dos anos 30, durante a Grande Depressão, na esperança, conforme explicações de seus líderes da época, de retomar os territórios perdidos. Entre 1938 e 1941, a Hungria obteve de volta territórios como a Eslováquia, a Rutênia, a Transilvânia e parte da Iugoslávia. Declarou guerra em 1941 à União Soviética, mas depois de consecutivas derrotas tentou um acordo com os Aliados. Hitler com medo disso, ordenou a invasão da Hungria em março de 1944. No período de invasão alemã, aconteceu o envio de judeus à campos de concentração na Polônia. Depois de diversas batalhas por toda a Hungria, os alemães foram derrotados em 4 de abril de 1944.

A Hungria tornou-se um Estado comunista sob influência de Moscou, como conseqüência do fim da Segunda Guerra Mundial. A Revolução de 1956 foi a ocasião na qual os húngaros se manifestaram contra o regime soviético instalado no país. Após o 1º ministro deposto Imre Nagy tentar tomar o poder, apoiado pela população, a União Soviética invadiu Budapeste e, pela força das armas, acabou com a revolução, prendeu Nagy e o executou tempo depois.

Um dos primeiros países da órbita soviética a procurar dissolver o Pacto de Varsóvia, a Hungria, também buscou evoluir para uma democracia pluripartidária e para uma economia de mercado. As primeiras eleições livres nessa nova fase da história da Hungria aconteceram em 1990, onde, com poucos votos, os socialistas foram abatidos. Mas, em 1994, voltaram ao poder, apoiados pela inclinação do padrão de vida e da economia húngara. Desde então, socialistas e centro-direitistas concorrerem ao poder político na Hungria. O País aderiu à OTAN em 1999 e à União Européia em 2004 visando uma maior aproximação com o Ocidente.


 
     
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20/10/2017 às 14h 42 min
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