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Dicas
   
 
 

DICAS GERAIS – ÍNDIA



Muitos descrevem a Índia como um continente. E, não é de se surpreender, pois o país ocupa 3,9 milhões de quilômetros quadrados. Ao norte encontra-se a China, Nepal e o Butão; ao noroeste, o Afeganistão e o Paquistão e ao leste, Myanmar e Bangladesh. O Estreito de Palk e o Golfo de Mannar separam a extremidade delgada do país da Ilha de Sri-Lanka.

Ocupando 2.400 quilômetros ao longo de toda a fronteira do norte, do Nó de Pamir no nordeste ao vale de Bramaputra no leste, encontra-se a cordilheira mais jovem do mundo (60 milhões de anos de existência) o Himalaia, no qual se encontra o pico mais elevado do mundo - o Monte Evereste.

É um lugar com grandes contrastes, onde beleza e pobreza convivem numa sociedade tão peculiar que é impossível a comparação com o mundo ocidental. Por isso a Índia é tão mágica e desperta tantos encantos e fascinação aos que escolhem este país como destino.

Com uma população absoluta superior a 1 bilhão de habitantes, a Índia é o segundo país mais populoso do mundo. É também bem povoado, pois apresenta uma população relativa de 250 hab/km2. Sua distribuição demográfica, no entanto, é irregular e seu rápido crescimento demográfico tem acentuado essa irregularidade.

A Índia é uma república composta por 28 estados e sete territórios da união com um sistema de democracia parlamentar. O país é a décima segunda maior economia do mundo em taxas de câmbio e a quarta maior economia em poder de compra. As reformas econômicas feitas desde 1991, transformaram o país em uma das economias de mais rápido crescimento do mundo; no entanto, a Índia ainda sofre com altos níveis de pobreza, analfabetismo, doenças e desnutrição. Uma sociedade pluralista, multilíngüe e multiétnica, a Índia também é o lar de uma grande diversidade de animais selvagens e de habitats protegidos.

 
 
 
 

Capital – Nova Délhi

Moeda – Rupia Indiana (INR)

Idioma Oficial – Hindi e Inglês.

Fuso Horário – Meridiano de Greenwich +5:30 / Brasília + 8 1/2

Vistos consulares – Todas as nacionalidades necessitam de visto.

Documentos –

Passaporte com validade mínima de 06 meses;

Passaporte anterior original com visto Índia vencido, se houver;

Formulário preenchido e assinado (versão em inglês/português);

01 foto 3x4 recente (para Cons. de SP) OU 02 fotos 3x4 cm recentes, coloridas e iguais ( para Emb. em Brasília);

Certificado de vacina contra febre amarela. Clima/ Melhor época – As chuvas de monções têm influência sobre o clima de todo o sul e sudeste asiático, principalmente nas áreas planas, em razão da umidade vinda do mar. A época de chuvas definitivamente não é um bom momento para viajar para a Índia: as cidades ficam inundadas, há mais perigo de doenças e, ainda por cima, nessa época faz muito calor.

De modo geral, as chuvas de monções começam na Índia por volta de junho e terminam em outubro, mas isso pode variar a cada ano segundo a região. Nas áreas de planície da Índia (praticamente todo o país, salvo as montanhas do norte), a melhor época é de meados de novembro a março (final de outono e inverno). Na capital da Índia (Delhi) e no vale do Ganges, o inverno é como o de São Paulo - bem suportável. No deserto do Rajastão, é um pouco mais quente durante o dia e fresco pela manhã e à noite. Em todo o sul da Índia faz calor praticamente durante todo o ano. A estação seca (de maio a novembro) pode ser interessante para quem pensa em ir às praias de Goa, mas não é nada agradável nas grandes cidades, pois realmente o clima é quente, faz um muito calor. Nas montanhas ao norte da Índia é na primavera (abril a junho) e no outono (final de setembro a final de novembro) que o clima é mais agradável. É bom lembrar que, no inverno, nas regiões próximas do Himalaia faz bastante frio; e que, nas maiores altitudes, neva. No extremo norte da Índia (Jamu e Cachemira), deve-se evitar apenas a época mais fria, o final do outono, o inverno e o começo da primavera, que se estende de novembro a março. Principais cidades e lugares de interesse turístico – Nova Delhi, Jaipur, Jodhpur, Udaipur, Jaisalmer, Srinagar, Varanasi (ou Benares) Madras, Bombaim, Calcutá, Amritzar, Agra, Goa, Shimla, Dharmsala, Manali. História - As pinturas da Idade da Pedra nos abrigos na Rocha de Bhimbetka em Madhya Pradesh são as pegadas mais antigas conhecidas da vida humana na Índia. Os primeiros assentamentos humanos permanentes apareceram há mais de novecentos mil anos atrás e pouco a pouco se desenvolveram no que hoje é conhecido como a Civilização do Vale do Indo, a qual teve seu florescimento ao redor de 3 300 a.C, no oeste do atual território indiano. Depois de sua queda, começa a civilização védica, que acolheu as bases do hinduísmo e outros aspectos da sociedade indiana, período que terminou em 500 a.C, onde em todo país se estabeleceram muitos reinos independentes e outros estados conhecidos como 'Mahajanapadas'. No século III a.C, a maior parte da Ásia Meridional foi conquistada por Chandragupta Maruya, para uni-los ao Império Máuria, na qual floresceu no comando de Asoka. A partir do século III d.C, a Dinastia Gupta levou o império a um período de prosperidade conhecida como 'A Idade do Ouro na Índia'. Por outro lado, os impérios Chalukya e Chola e o Reino de Bisnaga se desenvolveram na parte sul indiana. A ciência, os avanços tecnológicos, a engenharia, a arte, a lógica, as línguas, as obras literárias, as matemáticas, a religião e a filosofia tiveram um período de prosperidade e baixo desenvolvimento ante o patrocínio dos reis. Por trás das invasões da Ásia Central, entre os séculos X e XII, grande parte do norte da Índia caiu no domínio do Sultanato de Deli, mais tarde do Império Mongol. No reinado de Akbar, a Índia desfrutou de um amplo progresso cultural econômico, assim como sendo uma época de harmonia religiosa. Gradualmente, os imperadores mongóis ampliaram seus impérios para cobrir grande parte do subcontinente. Contudo, no nordeste da Índia, o poder dominante foi o reino de Ahomde Assam, um dos poucos reinos que resistiram à dominação dos mongóis. Durante o século XIV, a primeira grande ameaça do poder imperial mongol veio do rei rajput Maha Rana Pratap de Mewar, e mais tarde do Império Maratha, que no século XVIII dominou grande parte do território da Índia.

A partir do século XVI, várias potências européias, como Portugal, Países Baixos, França e Reino Unido, estabeleceram postos comerciais e mais tarde tomaram vantagens de conflitos internos para estabelecerem colônias no país. Em 1856, a maior parte da Índia estava sob o controle da Companhia Britânica das Índias Orientais. Um ano depois, uma insurreição a nível nacional de unidades militares e reinos rebeldes, conhecida como a Revolta dos Sipais, desafiou seriamente o controle da empresa, ainda que tenham sido derrotados. Como resultado da instabilidade, a Índia foi elevada ao controle direto da coroa britânica. No século XX, uma luta a nível nacional pela independência foi estimulada pelo Partido do Congresso Nacional Indiano e outras organizações políticas. O líder indiano Mahatma Gandhi concentrou milhões de pessoas em várias campanhas nacionais da desobediência civil baixo à política da não-violência. Em 15 de agosto de 1947, a Índia conseguiu sua independência do domínio britânico, onde ao mesmo tempo zonas de maioria muçulmana se separam para formar um novo estado independente, o Paquistão. Em 26 de janeiro de 1950, a Índia se converte em uma república e uma nova constituição entra em vigor. Desde a independência, a Índia tem enfrentado muitos problemas de violência religiosa, movimento naxalita, terrorismo e independentismo, especialmente em Jammu, Caxemira e nordeste indiano. Desde a década de 1960 ataques terroristas têm afetado muitas cidades indianas. O país não conseguiu resolver as disputas territoriais com a China, que gerou a Guerra sino-indiana, e Paquistão, que gerou as Guerras indo-paquistanesas, em 1947, 1965, 1971 e 1999. Índia foi um dos fundadores da Organização das Nações Unidas (como Índia Britânica) e Movimento Não Alinhado. Em 1974, realizou um teste nuclear subterrâneo, e mais outras cinco em 1998, convertendo-se em um estado nuclear. Desde 1991, importantes reformas econômicas transformaram a Índia em uma das economias de crescimento mais rápidas do mundo, aumentando sua influência global.


 
     
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20/10/2017 às 14h 42 min
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