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DICAS GERAIS – MARROCOS


Marrocos, oficialmente Reino de Marrocos é um país localizado no extremo noroeste da África, estando limitado a norte pelo Estreito de Gibraltar (por onde faz fronteira com a Espanha), por Ceuta, pelo mar Mediterrâneo e por Melilla, a leste e a sul pela Argélia, a sul pelo Saara Ocidental (território que controla) e a oeste pelo Oceano Atlântico. A capital do país é a cidade de Rabat. É o único país do continente africano que não faz parte da União Africana, porque Saara Ocidental foi aceito como membro.

A economia deste país baseia-se na agricultura, nos serviços, na indústria transformadora e na exploração mineira.

A terra arável abrange 8 milhões e meio de hectares e proporcionam produções de trigo, milho, cevada, cítricos, cana-de-açúcar e algodão, entre outras. A exploração mineira centra-se na extração de fosfatos no Saara Ocidental.

As principais produções das indústrias transformadoras são os produtos alimentares, os têxteis, os artigos de couro e os adubos.

Terra de todos os sons e cheiros, uma viagem a Marrocos é uma experiência verdadeiramente sensorial. A Medina de Fez, a cidade imperial de Meknes, conhecer os souks de Maraquexe, a cidade-azul Chefchaouen, nas montanhas do Rif, o Alto Atlas, a garganta de Todra e o vale de Dra, a pitoresca cidade costeira de Asilah, Essaouira, as ruínas romanas de Volubilis, Merzouga e as dunas de Erg-Chebbi, ou o ksar de Ait-Benhaddou - motivos de sobra para viajar até Marrocos, tão perto e tão distinto.

 
 
 
 



O Marrocos tem 2.800km de litoral voltado para o Atlântico e 530km para o Mediterrâneo. A costa, com as planícies férteis do Sous e do Sebou ao fundo, é a região de maior densidade populacional e a mais próspera. Boa parte da costa atlântica é mais selvagem e varrida por ventos do que a mediterrânea, e tem algumas praias esplêndidas para surfe, como Sidi Kaouiki, Sidi Ifni e Dar-Bouazza, perto de Casablanca. Tanger é o maior porto de passageiros do país, ao passo que Casablanca é o maior porto industrial.

Além do Vale do Draa e do Antiatlas fica o vasto Deserto do Saara. A maior parte do deserto no Marrocos consiste em hamadas - áridos platôs rochosos varridos pelos ventos - e, em menor grau, em ergs - pitorescas dunas de areia que às vezes exibem altura espetacular. Muitos oueds (rios) atravessam as areias, que ganham vida com as tempestades, mas rapidamente voltam a secar. Oásis são raros, exceto perto dos vales do Draa e do Ziz, os quais são alimentados pela água do Antiatlas. Perto do Atlântico, o Saara Ocidental recebe um pouco mais de chuva e névoa vinda do oceano, o que torna a área mais verde e menos inóspita. A única riqueza do deserto são os fosfatos ocultos sob sua superfície.

Todas as cidades, curiosamente são definidas por uma cor básica de suas construções: Marrakech é a cidade vermelha, Meknés, a verde; Fez é amarela. Rabat, a cidade branca do litoral atlântico, é a única das cidades imperiais que conserva sua importância política: a capital do país.

Apesar da pobreza superficial, aparência comum nas ruas de qualquer país árabe, o Marrocos é um país potencialmente rico. Suas terras ocultam 75% das reservas mundiais de fosfato, daí tanta briga por apenas uma faixa de areia... O Marrocos é o maior exportador do mundo do valioso produto, mas possui ainda uma fértil agricultura em campos irrigados por todo o interior do país, além das estáveis indústrias do turismo e da pesca.

No jantar marroquino, as mesas geralmente não ficam preparadas, pois os pratos são trazidos pouco a pouco. Uma empregada ou um membro mais jovem da família (sempre uma mulher) traz uma bacia de meta com sabão no meio, às vezes feito de esculturas artesanais, e água em volta. As mãos são lavadas e uma toalha é oferecida para secá-las. Os marroquinos têm o costume de beber chá verde com hortelã (menta) e açúcar antes e depois da refeição. Agradecem a Deus dizendo bismillah. Eles comem primeiramente de um prato comunitário, com a mão direita, o polegar e os dois primeiros dedos. No fim das refeições, agradecem novamente dizendo all hamdu Lillah, que quer dizer: "graças a Deus" e repetem o ritual de lavar as mãos. Capital – Rabat

Moeda – Dirham Marroquino

Idioma Oficial – Árabe e Francês

Fuso Horário – Meridiano de Greenwich + 0 horas

Vistos consulares – Brasileiros estão isentos de visto à turismo/negócios para permanência de até 90 dias Documentos –

Aconselha-se viajar com passaporte com validade mínima de 03 meses. Clima / Melhor Época –

Marrocos tem um moderado clima subtropical, misturado pela confluência entre o Oceano Atlântico e o Mar Mediterrânico.

No interior, as temperaturas movem-se aos extremos, muito frias no Inverno e extremamente calorosas no Verão.

Evite o auge do verão (julho e agosto). Além de tudo estar lotado (masoquismo coletivo?), o calor é insuportável. História –

Marrocos, tal como grande parte do Norte de África esteve sucessivamente sob o domínio dos fenícios, do Império Romano e do Império Bizantino até a chegada dos árabes, que trouxeram o Islã e fundaram o reino de Nekor, nas montanhas do Rif, no século VII.

Os berberes, no entanto, assumiram o controle no século XI e governaram, não só Marrocos (agregando-lhe reinos vizinhos), mas também a parte sul da península ibérica, até ao fim do século XII.

Em 1415, Portugal vira os olhos para a África e empreende a conquista de Ceuta e, no século seguinte, a maior parte do litoral marroquino estava nas mãos de portugueses e espanhóis. Ceuta continua sob soberania espanhola até hoje.

Em 1904, na Conferência de Algeciras, a Inglaterra concedeu à França o domínio de Marrocos, cujo sultão tinha contraído uma grande dívida com aquele país da Europa (em troca, a França concordou que o Reino Unido governasse o Egito). Em 1859, a Espanha anexara Marrocos, anexação essa que terminaria quando o sultão marroquino Moulay Abd al-Hafid aceitou em 1912 o estatuto de protetorado francês.

A seguir à Segunda Guerra Mundial, de acordo com a “Carta do Atlântico” (assinada em 1941 Winston Churchill e Franklin Delano Roosevelt, em 1941), as forças vivas de Marrocos exigiram o regresso do sultão Mohammed V e em 1955 a França, que já se encontrava a braços com insurreição na Argélia, concordou com a independência da sua colônia, que foi celebrada dia 2 de Março de 1956.

A mudança do controle francês sobre Marrocos para as mãos do sultão e do Partido Independentista Istiqlãl decorreu calmamente.

Em Agosto de 1957, Sidi Muhammad transformou Marrocos em um reino, passando a usar o título de rei. Quando, em 1959, o Istiqlãl se dividiu em dois grupos (um, abrangendo a maioria dos elementos do Istiqlãl, conservador e obediente a Muhammad 'Allãl al-Fãsi, apoiante de Sidi; outro, de caráter republicano e socialista, que adotou o nome de (União Nacional das Forças Populares), Sidi Muhammad aproveitou a oportunidade para distanciar a figura do rei dos partidos, elevando-o a um papel arbitral.

Tal manobra política contribuiu decisivamente para o fortalecimento da monarquia, como se verificou no referendo de 1962, já com Mulay Hassan, filho de Sidi (falecido em 1961), como rei Hassan II, em que foi aprovada uma Constituição de cariz monárquico.

Um ano após, foram realizadas eleições parlamentares que levaram a conjuntura política a um beco sem saída. Tal fato permitiu a concentração de poderes em Hassan II, como ficou demonstrado na Constituição de 1970, que não sobreviveu a uma tentativa de golpe de Estado, em 1971. Sucedeu-lhe outra Constituição em1972, que só foi implementada efetivamente após outra tentativa de golpe de Estado em Agosto desse ano.

O ano de 1974 marcou o início de uma nova orientação da política de Hassan II, a partir do momento em que Marrocos declarou a sua pretensão sobre o Saara Espanhol, rico em minérios (sobretudo fosfato), pretensão essa que foi concretizada em Novembro de 1975, com o avanço da "Marcha Verde", constituída por 350 000 voluntários desarmados, sobre o protetorado da Espanha, que evitou o conflito e conduziu à assinatura de um acordo em que eram satisfeitas as ambições de Marrocos.

No entanto, muitos têm sido os obstáculos à política marroquina: primeiro, a luta da guerrilha Polisário (Frente Popular para a Libertação de Saguia e do Rio do Ouro), apoiada, quer pela Argélia, quer, mais tarde, pela Líbia, e que recusou, inclusive, os resultados de um referendo promovido por Hassan II em 1981; segundo, a condenação por parte das ONU; e, terceiro, a criação do Saara Ocidental em 1989, que tem obtido o reconhecimento de um número crescente de países.

Em 1994, o secretário-geral das Nações Unidas, Boutros-Ghali, propôs um aprofundamento das negociações com o objetivo de promover um processo de recenseamento eleitoral o mais completo possível, de modo a um futuro referendo ter uma legitimidade aceitável por ambas as partes.

Por último, é de salientar o papel que Marrocos tem desempenhado no importante processo de paz na Palestina, através de um relacionamento equilibrado entre Hassan II e as partes beligerantes, a Organização de Libertação da Palestina (OLP) e Israel, que permitiu, nomeadamente, o estabelecimento de interesses econômicos naqueles países.


 
     
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20/10/2017 às 14h 42 min
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