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Dicas
   
 
 

DICAS GERAIS – PERU


O Peru, oficialmente chamado de República do Peru, é um país sul-americano limitado ao norte pelo Equador e pela Colômbia, a leste pelo Brasil e pela Bolívia e ao sul pelo Chile. O seu litoral, a oeste, é banhado pelo Oceano Pacífico.

O território peruano abrigou a civilização de Caral, uma das mais antigas do mundo, bem como o império Inca, considerado o maior Estado da América pré-colombiana. O seu território foi elevado a vice-reinado pelo Império Espanhol, no século XVI. O Peru é uma república presidencialista democrática dividida em 25 regiões. A sua geografia é variada, exibindo desde planícies áridas da costa do Pacífico, aos picos nevados dos Andes e à floresta amazônica, característica que proporciona a este país diversos recursos naturais.

Em número crescente, os brasileiros estão descobrindo o Peru, suas fascinantes e variadíssimas belezas naturais, sua grande riqueza arquitetônica e histórica resultante do encontro das culturas ibérica e incaica e um fabuloso patrimônio arqueológico composto por legados de culturas pré-colombianas.. O Peru, o mais exótico país sul-americano, foi sede de um dos mais fabulosos impérios que já existiram sobre a Terra: o Império Inca.

Ruínas de suas antigas cidades, entre elas a misteriosa Machu Picchu, encontram-se espalhadas por todo o território do Peru.

Uma das boas razões – embora não a principal – para conhecer o Peru, é que, mesmo viajando com certo conforto, o custo da viagem é relativamente baixo. Quem não tem dinheiro para passagens aéreas (mas tem disposição!) pode partir de mochila e tomar trens e ônibus, gastando muito pouco.

 
 
 
 



Mas se, há alguns anos, o Peru e a Bolívia representavam principalmente a primeira aventura no exterior, “a primeira fronteira”, atraindo a moçadinha mochileira, o incremento do turismo no Peru resultou na melhoria da infra-estrutura turística e está tornando o país destino cada vez mais interessante também para o viajante convencional, que já conhece Veneza e Paris e agora busca algo diferente.

É possível chegar a diversas cidades de avião; hotéis e restaurantes de bom padrão já existem em praticamente todos os pontos turísticos importantes do Peru; é fácil contratar excursões e passeios para tudo quanto é canto.

Até mesmo o turismo de luxo chegou lá: a Orient Express opera, com vagões sofisticados, em dois dos trechos mais lindos da viagem: o trajeto entre Puno e Cusco e aquele entre Cusco e Machu Picchu, no Peru.

Evidentemente, turismo de luxo ou mochileiro, não importa; em razão da forte presença índia e das paisagens andinas, o exotismo está sempre presente em qualquer viagem ao Peru.

O Peru atrai igualmente os apaixonados por esportes radicais e roteiros-aventura poderão fazer rafting nas redondezas de Cusco e de Arequipa; fazer trekking na Trilha Inca e em dezenas de outros lugares; surfar nas praias ao norte de Lima.

Uma boa dica para quem pretende fazer turismo econômico ou mochileiro: o Peru não é um país caro.

Cusco - Um destino turístico imperdível no Peru. Capital do império Inca, com um rico acervo de construções colonias e vestígios arqueológicos pré-colombianos.

Machu Picchu - A mais importante descoberta arqueológica das Américas no século XX, é destino obrigatório em qualquer roteiro turístico pelo Peru. Nem pense em perder esta viagem.

Valle Sagrado Fica nas vizinhanças de Cusco. O vale do rio Urubamba, a nordeste de Cusco, é conhecido como Vale Sagrado dos Incas. Lá se espalham cidadezinhas pitorescas e diversas ruínas de santuários e fortalezas construídas com gigantescas pedras.

Lago Titicaca - É o maior lago de altitude do mundo, outra das mais importantes atrações turísticas do Peru. Junto ao Lago fica Puno.
Arequipa - Conhecida como "cidade branca", toda colonial e bela, é rodeada de vulcões de cumes nevados.

Valle del Colca - (excursões de dois dias a partir de Arequipa), as linhas de Nazca (no litoral sul) e, é claro Machu Picchu (trem de Cusco até a estação Água Calientes), o mais importante monumento arqueológico das Américas.

Islas Ballestas - Na costa norte do Peru, perto de Pisco, ficam as Islas Ballestas uma reserva de vida selvagem marinha, com lobos-marinhos e cormorões. De barco você chega próximo as ilhas onde estão os animais.

Símbolos de Nasca (ou Nazaca...) - Também na costa norte do Peru. Você pode sobrevoar as misteriosas linhas, só visíveis do alto. Herança de uma civilização desaparecida, as linhas de Nasca tornaram-se uma das grandes atrações turísticas do Peru, sobretudo para aqueles que acham que turismo é também cultura e descoberta.



Capital – Lima

Moeda – Nuevo Sol

Idioma Oficial – Espanhol

Fuso Horário – Meridiano de Greenwich -5

Vistos consulares – Brasileiros estão isentos de visto à turismo ou negócios para permanência de até 90 dias.



Documentos –

* Brasileiros podem embarcar com o passaporte original, com validade mínima de 6 meses OU apenas com a Carteira de Identidade ( RG) original em bom estado de conservação e emitida há menos de 10 anos.

* Necessário certificado de Vacina contra febre amarela para retornar ao Brasil, após viagem ao Peru.

* Para viagens por período de permanência superior, por outros motivos, necessário visto de entrada.

* Não é permitido exercer atividade remunerada dentro do Peru, quando se viaja a turismo ou negócios.



Clima / Melhor Época –


Nas regiões do altiplano do Peru (Puno, Cusco), devido à altitude, é sempre um pouco frio, sobretudo à noite. Chove muito no verão, de dezembro até meados de março, quando as estradas ficam muitas vezes bloqueadas. As melhores épocas são a primavera e o outono. No inverno, pelo menos o clima é seco; é melhor encarar um pouco mais de frio do que os aguaceiros do verão! No litoral peruano, chove pouquíssimo e as variações de temperatura entre inverno e verão não são muito significativas.


História –

Os primeiros indícios da presença humano território peruano datam de aproximadamente 10.560 a.C. A mais antiga sociedade complexa conhecida no Peru e nas Américas, a civilização Caral, floresceu ao longo da costa do Oceano Pacífico entre 3000 e 1800 a.C.

Estes desenvolvimentos iniciais foram seguidos de culturas arqueológicas, como Cupisnique, Chavin, Paracas, Mochica, Nazca, Wari e Chimu. No século XV, os Incas emergiram como um poderoso Estado e, no espaço de um século, formaram o maior império da América pré-colombiana. Sociedades andinas foram baseadas na agricultura, utilizando técnicas como a irrigação e terraceamento,pecuária de camelídeos e pesca também eram importantes. A organização era baseada no princípio da reciprocidade e redistribuição porque estas sociedades não tinham nenhuma noção de mercado ou dinheiro.

Nos anos entre 1524 e 1526 a varíola, introduzida a partir do Panamá e antes da conquista espanhola varreu o império inca. A morte do governante inca Huayna Capac, bem como da maioria de sua família, incluindo seu herdeiro, causou a queda da estrutura política inca e contribuiu para a guerra civil entre os irmãos Atahualpa e Huáscar.

Em 1532, um grupo de conquistadores e de nativos americanos liderados por Francisco Pizarro derrotou e capturou o imperador inca Atahualpa. Francisco Pizarro exigiu ouro e prata em troca da libertação do Sapa Inca e, apesar de Francisco Pizarro ter recebido uma sala de ouro e dois quartos seguintes com prata, até ao nível do alcance dos braços de Atahualpa, Atahualpa foi executado e Francisco Pizarro conquistou o império e impôs o domínio espanhol. Dez anos depois, a Coroa espanhola criou o Vice-Reino do Peru, que incluía todas as suas colônias da América do Sul. Viceroy Francisco de Toledo reorganizou o país na década de 1570 com a mineração como principal atividade econômica e com o trabalho forçado indígena como a sua principal força de trabalho.

O ouro peruano trouxe receitas para a Coroa espanhola e alimentou uma rede complexa de comércio que se estendeu até a Europa e as Filipinas. No entanto, por volta do século XVIII, o declínio da produção de prata e a diversificação econômica muito reduziu a renda real. Em resposta , a Coroa promulgou as Reformas Bourbônicas, uma série de decretos que aumentaram os impostos e dividiram o Vice-Reinado do Peru. A nova legislação provocou a rebelião de Túpac Amaru II e outras revoltas, que foram derrotadas.

No início do século XIX, enquanto a maioria da América do Sul era assolada por guerras de independência, o Peru continuou a ser um reduto monarquista. Como a elite hesitou entre emancipação e lealdade para com a monarquia espanhola, a independência foi obtida apenas após as campanhas militares de José de San Martín e Simón Bolívar. Durante os primeiros anos da República, lutas endêmicas pelo poder entre líderes militares causaram instabilidade política. A identidade nacional foi forjada durante este período, com projetos bolivarianos que afundaram, como a Confederação da América Latina, e uma união com a Bolívia que mostrou-se efêmera. Entre 1840 e 1860, o Peru desfrutou de um período de estabilidade sob a presidência de Ramón Castilla através do aumento da receita do Estado com as exportações de guano. No entanto, em 1870, esses recursos foram desperdiçados, o país estava pesadamente endividado e a luta política voltou a aumentar.

O Peru foi derrotado pelo Chile na Guerra do Pacífico entre 1879-1883, perdendo as províncias de Arica e Tarapacá nos tratados de Ancón e Lima. Durante a ocupação chilena de Lima, autoridades militares chilenas transformaram a Universidade Nacional Maior de São Marcos e o recém-inaugurado Palacio de la Exposición em quartéis, invadiram as escolas médicas e outras instituições educacionais, saquearam o conteúdo da Biblioteca Nacional do Peru e transportaram milhares de livros (incluindo volumes originais de muitos séculos de idade), além do estoque de capital que foi levado para Santiago do Chile, e uma série de monumentos e obras de arte que decoravam a cidade. Lutas internas após a guerra foram seguidas por um período de estabilidade no âmbito do Partido Civil, que durou até o início do regime autoritário de Augusto B. Leguía. A Grande Depressão causou a queda de Leguía, renovada turbulência política e a emergência da Aliança Popular Revolucionária Americana (APRA). A rivalidade entre esta organização e uma coalizão das elites e dos militares definiram a política peruana nas três décadas seguintes.

Em 1968, as Forças Armadas, lideradas pelo general Juan Velasco Alvarado, aplicaram um golpe militar contra o presidente Fernando Belaúnde. O novo regime levou a cabo reformas radicais para fomentar o desenvolvimento, mas não obteve apoio generalizado. Em 1975, Velasco foi substituído como presidente pelo general Francisco Morales Bermúdez, que paralisou as reformas e supervisionou o restabelecimento da democracia.

Durante a década de 1980, o Peru enfrentou uma considerável dívida externa, inflação crescente, um aumento no tráfico de drogas e violência política maciça. Cerca de 70.000 pessoas morreram durante o conflito entre forças do Estado e os guerrilheiros maoístas do Sendero Luminoso. Com a presidência de Alberto Fujimori (1990-2000), o país começou a se recuperar, no entanto, as acusações de autoritarismo, corrupção e violações dos direitos humanos forçaram sua renúncia após a polêmica eleição de 2000. Desde o fim do regime de Fujimori, o Peru tenta lutar contra a corrupção, enquanto mantém o crescimento econômico; desde 2006, o presidente é Alan García.


 
     
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20/10/2017 às 14h 42 min
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