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DICAS GERAIS – POLINÉSIA FRANCESA



A Polinésia Francesa é um território da Polinésia dependente da França, com o estatuto de coletividade de ultramar. Localiza-se no oceano Pacífico sul, a aproximadamente 600 quilômetros a leste da Austrália. É um dos mais vastos territórios do Pacífico, com 4.167 km², se considerada a área marítima ocupada, a Polinésia Francesa inclui cinco arquipélagos, o das Marquesas, o de Tuamotu, o de Gambier, o das Austrais e o da Sociedade (dividido em dois grupos, o das Ilhas de Barlavento e da Ilhas de Sotavento), além de algumas ilhotas exteriores a estes grupos.

Os territórios mais próximos são Quiribati, a noroeste, a colónia britânica de Pitcairn, a leste, e o território neozelandês das Ilhas Cook, a oeste. A sua capital é Papeete.

As 118 ilhas e atóis que compõem a Polinésia Francesa, no Pacífico Sul, ocupam uma área que equivale à metade do tamanho do Brasil. Incluindo água e terra, são mais de 4 milhões de quilômetros quadrados no meio do Pacífico Sul.

Chamada pelos habitantes locais de 'Tahiti et ses iles' (Taiti e suas ilhas), a Polinésia fica literalmente longe de tudo e no meio do nada. O país mais próximo é a Nova Zelândia, 4.000 quilômetros a sudeste. Mas vale lembrar que mesmo os neozelandeses se sentem isolados do mundo.

A região é produto de erupções vulcânicas. Elas resultaram em ilhas montanhosas (há picos que superam os 1.200 metros de altitude), com vasta vegetação tropical, plantações de ananás e coco, praias de areia muito branca e um mar que apresenta uma infinidade de tons de azul, dependendo da profundidade da água e dos corais no fundo.

 
 
 
 


Como fica no meio do nada, não é muito fácil chegar à Polinésia Francesa. A opção para quem sai de São Paulo e ir pelo Chile, fazer uma parada na Ilha de Páscoa. Há também a opção, mais demorada e custosa, de ir pela Europa.

Uma vez chegando lá, tudo é bem organizado. Para quem tem e quer gastar dinheiro, tudo é fácil nas ilhas. Quase todas possuem aeroportos, ligados por vôos diários da Air Tahiti. Há ainda a opção dos 'ferryboats' (balsas) ou dos veleiros que fazem cruzeiros pela região.

Com relação à acomodação, há desde a possibilidade de se instalar na casa de nativos até ficar em hotéis que chegam a cobrar US$ 800 por dia, sem café da manhã. É fácil alugar carros, achar telefones e, mais do que tudo, na maioria das ilhas é fácil achar sossego e silêncio.

Nas praias, você com certeza não vai ser importunado. Não há crianças pedindo dinheiro ou camelôs oferecendo quinquilharias ou comida. Também não há perigo de ratos de praia.

Índices de violência simplesmente não existem. Nessa época globalizada, até nesse paraíso isolado é possível assistir a TVs pagas, ver notícias via CNN ou seriados via Sony. Capital – Papeete

Moeda – Franco CFP

Idioma Oficial – Francês

Fuso Horário – Meridiano de Greenwich -10

Vistos consulares – Brasileiro não precisa de visto para uma permanência de até 90 dias a turismo. Documentos –

Passaporte com validade mínima de 3 meses.

É exigido de acordo com o Tratado de Schengen, o Seguro de Viagem Internacional com cobertura de €30.000.

Voucher do Hotel.

Comprovação de Recursos Financeiros.

Observação: Na Imigração o passaporte deverá ser carimbado pois, sem o mesmo, o passageiro poderá ser deportado. Clima / Melhor Época – A melhor época para visitar a Polinésia Francesa é entre abril e outubro, quando o calor está em um nível ideal e o oceano Pacífico ganha mais vida com o azul do céu. De novembro a março, a alta quantidade de chuvas pode estragar qualquer tipo de passeio.

História –

O arquipélago das Marquesas foi provavelmente descoberto e colonizado por navegadores polinésios, uma civilização bastante dinâmica que se guiava apenas com o seu conhecimento de ondas, constelações e ventos nas suas navegações, vindos da Samoa cerca de 200 a.C.. Das Marquesas, os polinésios descobriram outras ilhas muito distantes, como Havai, a norte, Nova Zelândia, chamada pelos polinésios de Aotearoa, a sul, e ilha de Páscoa, conhecida por eles como Rapa Nui, a leste. O arquipélago de Gambier foi provavelmente descoberto e colonizado em cerca de 300d.C., o arquipélago da Sociedade em cerca de 400 d. C., o arquipélago de Tuamotuem cerca de 600 d. C. e o arquipélago das Austrais cerca de 800 d. C. Estes povos estavam no período neolítico, e a sua subsistência baseava-se na cultura do taro, do inhame, da batata-doce, da cana-de-açúcar, do coco, da banana e de fruta-pão, da criação de porcos e galinhas e da pesca.

O primeiro contacto europeu com a Polinésia Francesa ocorre em 24 de janeiro de1521, quando o português Fernão de Magalhães descobre Puka Puka, um atol do arquipélago de Tuamotu. Onze anos mais tarde, em 1595, o espanhol Álvaro de Mendaña e o português Pedro Fernandes de Queirós descobrem o arquipélago das Marquesas, mas mantiveram a sua descoberta em segredo para evitar a aproximação de outros poderios europeus. Em 4 de fevereiro de 1606 é descoberto, por Queirós, o grupo Ateão, e seis dias depois o atol de Hao, o quarto maior atol da Polinésia. No mesmo ano, em 5 de junho, o britânico John Byron chega a Napuka e Tepoto. Após dez anos, os holandeses Jacob Le Maire e Willem Schouten chegam a Takaroa, Takapoto, Ahe e Rangiroa.

Com mais de um século sem contato com os europeus, em 2 de junho de 1722, o holandês Jakob Roggeveen descobre Makatea e, quatro dias depois, Bora Bora. É Charles de Brosses quem nomeia de Polinésia as ilhas das terras austrais, em 1756. Só em 1767, o Taiti é descoberto pelo inglês Samuel Wallis, e em 1768 pelo francês Louis Antoine de Bougainville, que reclama a sua posse para a França. Posteriormente, o britânico James Cook, em 1769, explora o arquipélago da Sociedade e em seguida descobre Rurutu, situado no arquipélago das Austrais, regressando em 1773, 1774 e 1777. Paralelamente, o espanhol Domingo de Boenechea chega ao Taiti em 1772, tendo voltado em 1774 a fim de instalar uma missão permanente, porém esta falha.

De 1743 a 1880, a família real taitiana Pomare beneficia habilmente da presença dos europeus para alargar o seu poder.

Após anos de persuasão, os membros da família real do Taiti aceitaram, em 1842, o protetorado francês. Até que, o último soberano taitiano, Pomare V, cedeu integralmente o seu reino à França, em 29 de Junho de 1880, passando este a ter o estatuto de «Assentamentos franceses da Oceania», nome usado até 1958.

A partir de 1958 as ilhas adquiriram o estatuto de território de ultramar, mas ganharam crescente autonomia com a Assembléia Territorial em1984. Já na última reforma constitucional de 2003, o seu estatuto foi alterado para coletividade de ultramar, o que lhe conferiu uma maior autonomia, com um presidente e representação diplomática no âmbito do Pacífico.


 
     
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20/10/2017 às 14h 42 min
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