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Dicas
   
 
 

DICAS GERAIS – TIBET




O Tibete ou Tibet é uma região de planalto da Ásia, um território disputado situado ao norte da cordilheira do Himalaia. É habitada pelos tibetanos e outros grupos étnicos como os monpas e os lhobas, além de grandes minorias de chineses han e hui. O Tibete é a região mais alta do mundo, com uma elevação média de 4.900 metros de altitude, e por vezes recebe a designação de 'o teto do mundo' ou 'o telhado do mundo'. A UNESCO e a Enciclopédia Britânica consideram o Tibete como parte da Ásia Central, enquanto outras organizações a vêem como parte do Sul Asiático.

Durante a sua história, o Tibete existiu como uma região composta por diversas áreas soberanas, como uma única entidade independente e como um Estado vassalo, sob suserania ou soberania chinesa. Foi unificado pela primeira vez pelo rei Songtsän Gampo, no século VII. Por diversas vezes, da década de 1640 até a de 1950, um governo nominalmente encabeçado pelos Dalai Lamas (uma linhagem de líderes políticos espiri tuais tidos como emanações de Avalokiteśvara - Chenrezig,Wylie: [spyan ras gzigs] em tibetano - o budista da compaixão) dominou sobre uma grande parte da região tibetana. Durante boa parte deste período a administração tibetana também esteve subordinada ao império chinês da Dinastia Qing.

O Tibet oriental é cheia de vales íngremes e altas montanhas que alcançam 5.000 metros acima do nível de mar. É comum percorrer verticalmente 3.000 metros pelo fundo dos vales para se chegar a estrada e continuar uma viagem ás longas pontes suspensas para a travessia dos rios.

 
 
 
 


O Tibet do norte é um platô elevado com cerca de 6000 metros acima do nível de mar.

A terra gelada é mais difícil de ser atravessada do que cruzar os pólos devido ao ar rarefeito. A viagem por todo o Tibet chega a levar meses ou até anos. No inverno as travessias se tornam quase que impossíveis.

As principais mercadorias transportadas são o sal da área norte do lago, chá das áreas do sul.Para cruzar um rio, se for rasa, uma ponte de madeira é construída, se o vale for íngreme, uma ponte suspensa é construída. Quando o rio é grande, os tibetanos usam as jangadas feitas das peles dos animais. Nas áreas agrícolas, os tibetanos se utilizam do burro e do asno.

Apesar de já terem se passado 40 anos de ocupação Chinesa no Tibet, a população Tibetana se recusa a ser conquistada e subjugada pela China. A atual política Chinesa, uma combinação de demografia e manipulação econômica, e descriminação, objetiva abafar o problema sobre o Tibet através da mudança do conjunto de características e da identidade do povo Tibetano. Hoje os Tibetanos são um número muito menor do que a população Han Chinesa na sua própria terra. Terra de Mística, Shangrila, país proibido: Tibet tem muitos nomes e inspira um ar de sonhos místicos. Entretanto, Tibet é real e um lugar bonito para viajar. Os monumentos do mundo como o Potala famoso em Lhasa e em templos em Shigatse e em Gyangtse evidencia de uma cultura elevada, quanto a paisagem deslumbrante inspira a pratica do treckins. Para peregrinos de muitas religiões há lugares surpreendentes como as Montanhas Kailas .
Capital – Lhasa

Moeda – Yuan (moeda chinesa)

Idioma Oficial – Tibetano

Fuso Horário – Meridiano de Greenwich + 11 horas.

Vistos consulares – é mais fácil conseguir a liberação do visto do governo chinês se a viagem for em grupo mínimo de 5 pessoas. O visto pode ser obtido nas embaixadas no Brasil.


Documentos –

Os documentos necessários são uma foto 3x4, formulário preenchido, passaporte e carta de apresentação da agência que vendeu as passagens.

É obrigatório apresentar o comprovante internacional de vacina contra febre amarela. Além disso, recomenda-se tomar também as vacinas contra Hepatite A (em duas doses, sendo que ao tomar a primeira, a pessoa já estará imune), disponível em clínicas particulares; e contra tétano e febre tifóide, disponíveis nos Hospitais Emílio Ribas, Hospital das Clínicas e Ambulatório de Medicina do Viajante da Vila Clementino. É importante informar que as vacinas devem ser tomadas com antecedência - no caso de febre amarela, até 10 dias antes da viagem - para não ser surpreendido com a falta de alguma delas na ocasião da procura nos hospitais. Clima / Melhor Época –

De Abril a Outubro é a melhor época para visitar o Tibet.

O Tibet tem o clima mais rigoroso do mundo. Ë fresco no verão e congelante no inverno. A

O Inverno chega em Outubro e vai até Maio ou Junho. Durante Julho e Agosto os dias são ensolarados com uma temperatura agradável, uma linda paisagem e vários festivais.

Durante o Inverno, de novembro a Abril, são necessárias roupas quentes. Durante a temporada quente de Maio a Outubro, recomenda-se roupas mais leves, porém sempre levar uma casaco e agasalhos para as noites.

História –

A história do Tibete teve início há cerca de 2 100 anos.

Em 127 a.C. uma dinastia militar fixou-se no vale de Yarlung e passou a comandar a região, perdurando-se esta situação por oito séculos. Por centenas de anos 'belicistas' o Tibete investiu sobre terras vizinhas.

Este comportamento mudou em 617, quando o imperador Songtsen Gampo- 33º rei do Tibete – começou a transformar a civilização feudo-militar em um império mais pacífico. Seu reinado durou até 701, e seu legado foi imenso: criou o alfabeto tibetano; escreveu e estabeleceu o sistema legal tibetano (baseado no princípio moral segundo o qual é valorizada a proteção do meio-ambiente e da natureza); favoreceu o livre exercício religioso do budismo, e; construiu vários templos (dentre eles destacam-se o Jokhang e o Ramoche).

Seus sucessores continuaram a transformação cultural, custeando traduções e criando instituições. O próximo rei do Tibete foi Tride Tsukden(704 – 754), o qual deixou seu filho como sucessor, o rei Trisong Detsen.

A partir do século VII a região tornou-se o centro do lamaísmo, religião baseada no budismo, transformando o país num poderoso reinado. Antigo objeto de cobiça dos chineses, no século XVII o Tibete é declarado incluído no território soberano da China. A partir daí seguem-se dois séculos de luta do Tibete por independência, conquistada - temporariamente - em 1912.

Em 1950 o regime comunista da China ordena a invasão da região, que é anexada como província. A oposição tibetana é derrotada numa revolta armada em 1959. Como conseqüência, o 14° Dalai Lama, Tenzin Gyatso, líder espiritual e político tibetano, retira-se para o norte da Índia, onde instala em Dharamsala um governo de exílio.

Em setembro de 1965, contra a vontade popular de seus habitantes, o país torna-se região autônoma da China. Entre 1987 e 1989 tropas comunistas reprimem com violência qualquer manifestação contrária à sua presença. Há denúncias de violação dos direitos humanos pelos chineses, resultantes de uma política de genocídio cultural.

Em agosto de 1993 iniciam-se conversações entre representantes do Dalai Lama, laureado com o prêmio Nobel da Paz em 1989, e os chineses, mas mostram-se infrutíferas. Em maio de 1995 é anunciado pelo Dalai Lama o novo Panchen Lama, Choekyi Nyima, de 6 anos, o segundo na hierarquia religiosa do país. O governo de Pequim reage e afirma ter reconhecido Gyaincain Norbu, também de 6 anos, filho de um membro do Partido Comunista da China, como a verdadeira encarnação da alma do Panchen Lama.

Ugyen Tranley, o Karmapa Lama, terceiro mais importante líder budista tibetano, reconhecido tanto pelo governo da China como pelos tibetanos seguidores do Dalai Lama, foge do país em dezembro de 1999 e pede asilo à Índia. A China tenta negociar seu retorno, mas Tranley, de catorze anos, critica a ocupação chinesa no Tibete.

A causa da independência do Tibete ganha força perante a opinião pública ocidental após o massacre de manifestantes pelo exército chinês na praça da Paz Celestial e a concessão do Prêmio Nobel da Paz aTenzin Gyatso, ambos em 1989. O Dalai Lama passa a ser recebido por chefes de Estado, o que provoca protestos entre os chineses. No início de 1999, o governo chinês lança uma campanha de difusão do ateísmo no Tibete. A fuga do Karmapa Lama causa embaraço à China.

O Tibete é, ainda hoje, considerado pela China como uma região autônoma chinesa (Xizang).


 
     
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20/10/2017 às 14h 42 min
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